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	<title>Matheus Zeuch &#187; web2.0</title>
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	<description>Empreendedorismo e administração de pequenas empresas</description>
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		<title>Segurança e privacidade nas redes sociais</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Nov 2007 16:23:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Matheus Zeuch</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Se um estranho te pergunta seu nome completo, email, nome de amigos, endereço, lugares que frequenta e seus hobbies, você diz numa boa? Milhões de pessoas fazem pior ainda, divulgam tudo isso na internet e nem querem saber quem está pesquisando por essas informações. Além disso ainda tornam público fotos e vídeos mostrando detalhadamente como [...]<p>Gostou do post <a href="http://matheuszeuch.com/seguranca-e-privacidade-nas-redes-sociais/">Segurança e privacidade nas redes sociais</a>?<br />Experimente os outros artigos de <strong><a href="http://matheuszeuch.com">Matheus Zeuch</a></strong>!</p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Se um estranho te pergunta seu nome completo, email, nome de amigos, endereço, lugares que frequenta e seus hobbies, você diz numa boa?<span id="more-245"></span></p>
<p><img src="http://matheuszeuch.com/uploads/2007/11/crime.jpg" alt="crime.jpg" style="float: right" />Milhões de pessoas fazem pior ainda, divulgam tudo isso na internet e nem querem saber quem está pesquisando por essas informações. Além disso ainda tornam público fotos e vídeos mostrando detalhadamente como é seu dia-a-dia. É isso que acontece hoje nas redes sociais no Brasil e no mundo (Orkut, Facebook, MySpace, blogs, etc).</p>
<p>Tecnicamente, <strong>é perfeitamente possível (e relativamente fácil) tornar todas essas informações pessoais permanentes</strong>. Mesmo que você se arrependa de algo e exclua ou altere alguma informação, se ela um dia foi pública, pode nunca mais desaparecer realmente.</p>
<p><a href="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL192024-6174,00-DADOS+DE+REDES+SOCIAIS+PODEM+ASSOMBRAR+USUARIOS+DIZ+ESTUDO.html" title="Dados de redes sociais podem assombrar usuários, diz estudo" target="_blank">Uma pesquisa mostrou</a> que 60% dos jovens com idades entre 14 e 21 anos disseram não perceber que as informações postadas nas redes sociais poderiam ficar permanentemente ligadas a eles.</p>
<p>E além do <a href="http://matheuszeuch.com/2007/10/erp-da-web20-e-o-fator-seguranca/" title="ERP da web2.0 e o fator segurança">fator segurança</a>, algumas <strong>informações contidas em redes sociais podem prejudicar também a carreira profissional</strong> de pessoas que não tomam cuidado com o que estão publicando nesses sites. Já faz tempo que empresas de recursos humanos navegam pelas redes a procura de maiores informações sobre o candidato e, muitas vezes, essas empresas de RH nem se dão o trabalho de pedir o currículo profissional.</p>
<p>O estudo também mostra que <strong>70% dos entrevistados não querem que seus futuros empregadores olhem os perfis criados por eles</strong> em sites de relacionamento.</p>
<p>Compartilhar idéias online é ótimo e divertido, só temos que ter bom senso e utilizar essas ferramentas com moderação, para que elas não prejudiquem nossa vida profissional ou comprometam nossa segurança.</p>
<p><strong>Leitura complementar</strong>: <a href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:173708/tags:livro%20seguran%C3%A7a%20internet" class="bbli">livros sobre segurança na internet<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a><script src="http://stable.boo-box.com" type="text/javascript"></script></p>
<p>[BL]anti-vírus, anti-spyware, firewall, softwares de segurança[/BL]</p>
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		<title>Internet mais humana</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Nov 2007 13:36:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Matheus Zeuch</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inovação e Tecnologia]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;Internet mais humana&#8221; no Google retornou 36 mil ocorrências. &#8220;Internet menos humana&#8221;, não tem nenhuma. É claro que a afirmação dos anos 90 está redondamente enganada. A internet não tornou as pessoas em um bando de anti-sociais. O que aconteceu foi exatamente o contrário, aproximou todo mundo e ajudou um monte de gente a conhecer [...]<p>Gostou do post <a href="http://matheuszeuch.com/internet-mais-humana/">Internet mais humana</a>?<br />Experimente os outros artigos de <strong><a href="http://matheuszeuch.com">Matheus Zeuch</a></strong>!</p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.google.com/search?q=%22internet+*+mais+humana%22" title="Resultado da minha busca no Google" target="_blank">&#8220;Internet mais humana&#8221; no Google</a> retornou 36 mil ocorrências. <a href="http://www.google.com/search?q=%22internet+*+menos+humana%22" title="Resultado da minha busca no Google" target="_blank">&#8220;Internet menos humana&#8221;</a>, não tem nenhuma.<span id="more-241"></span></p>
<p><img src="http://matheuszeuch.com/uploads/2007/11/internet-mais-humana-150x150.jpg" style="float: right" />É claro que a afirmação dos anos 90 está redondamente enganada. A internet não tornou as pessoas em um bando de anti-sociais. O que aconteceu foi exatamente o contrário, aproximou todo mundo e ajudou um monte de gente a conhecer mais pessoas e a socializar melhor. Hoje, quanto mais longe da internet você está, menos amigos deve conhecer.</p>
<p>Redes sociais, integrações entre sites, blogs&#8230; Tudo isso melhorou muito a maneira como as pessoas interagem entre si. Investir em melhores ferramentas de comunicação dá nisso, torna as pessoas mais comunicativas (óbvio) e melhora suas vidas sociais.</p>
<p>Não faltam exemplos de eventos organizados pela web para que amigos virtuais se conhecem pessoalmente, fisicamente. No Brasil temos grandes eventos, como o <a href="http://barcamp.blaz.com.br/">BarCamp</a>, o <a href="http://imasters.com.br/intercon/" target="_blank">InterCon</a> e até happy hours menores, como o <a href="http://www.benderblog.com/2007/11/08/primeiro-cevas-e-blogs-de-porto-alegre/" target="_blank">Cevas e Blogs</a> (que aliás, estarei lá).</p>
<p>[BL]cerveja, eventos, amigos pela internet[/BL]</p>
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		<title>Contra a Facebook-fobia, use OpenSocial</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Oct 2007 18:43:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Matheus Zeuch</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inovação e Tecnologia]]></category>
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		<description><![CDATA[OpenSocial é o novo serviço do Google, criado para competir com o Facebook. É o resultado do medo que o Google tem de perder mercado para o pequeno e forte concorrente. O que é? O OpenSocial será um serviço que disponibilizará APIs e servirá de padrão para que qualquer rede social se integre e interaja [...]<p>Gostou do post <a href="http://matheuszeuch.com/contra-a-facebook-fobia-use-opensocial/">Contra a Facebook-fobia, use OpenSocial</a>?<br />Experimente os outros artigos de <strong><a href="http://matheuszeuch.com">Matheus Zeuch</a></strong>!</p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>OpenSocial é o novo serviço do Google, criado para competir com o Facebook. É o resultado do medo que o Google tem de perder mercado para o pequeno e forte concorrente.<span id="more-237"></span></p>
<p><img src="http://matheuszeuch.com/uploads/2007/10/google_facebook.png" /></p>
<blockquote><p><strong>O que é?</strong></p>
<p>O OpenSocial será um serviço que disponibilizará APIs e servirá de padrão para que qualquer rede social se integre e interaja com outras. Qualquer pessoa poderá fazer aplicações para o OpenSocial, e essas aplicações poderão ser utilizadas em qualquer rede social que adote o modelo.</p>
<p>O <a href="http://facebook.com" target="_blank">Facebook</a> faz isso. Uma pessoa pode desenvolver uma aplicação para exibir seu álbum de fotos do Flickr no seu perfil do Facebook, por exemplo, e ainda disponibilizar para que outras pessoas utilizem a aplicação também.</p>
<p>Mas o Facebook só permite que as aplicações criadas rodem no próprio Facebook, e não em outros sites. Essa é a principal diferença para o OpenSocial, que <strong>simplificará o desenvolvimento e permitirá que qualquer pessoa crie novas aplicações ou utilizem as aplicações criadas em seu site</strong>.</p>
<p><img src="http://matheuszeuch.com/uploads/2007/10/googleopensocial.jpg" /></p></blockquote>
<p>A verdade é que o Facebook cresceu muito nos últimos tempos. Seu criador, Mark Zuckerberg, recusou proposta de um bilhão de dólares e agora o site vale U$ 15 bi. <a href="http://googlediscovery.com/2007/10/24/google-e-microsoft-querem-o-facebook/" target="_blank">Google e Microsoft brigaram para comprar a empresa</a>, mas não conseguiram, e isso assustou a gigante Google.</p>
<p>O fato do Orkut não estar entre as redes sociais mais populares (fora do Brasil ele não é tão forte) somado com a recusa da aquisição do Facebook, fez com que o Google criasse o OpenSocial, que <a href="http://googlediscovery.com/2007/10/31/google-opensocial-pode-ser-lancado-nesta-quinta/" target="_blank">deve ser lançado em breve</a>.</p>
<p><strong>E o que vem depois?</strong></p>
<p>Aplicações integradas são tendência na web2.0. Uma eficiente API global tem grandes chances de virar padrão para novas aplicações na web, e muitos serviços novos devem surgir. Além disso, essa <strong>é uma boa oportunidade para desenvolvedores expandirem seus sistemas e criar extensões para a nova web</strong>.</p>
<p>Este é mais um caso de oportunidades criadas a partir de disputas entre empresas concorrentes. Quem ganha somos nós.</p>
<p>[BL]redes sociais, web2.0[/BL]</p>
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		<title>ERP da web2.0 e o fator segurança</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Oct 2007 15:38:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Matheus Zeuch</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A web2.0 foi aceita pelas pessoas, só não foi aceita ainda pelas empresas. A segurança é o maior problema. Enquanto a nova web não mostrar que pode lidar de forma segura com as informações de empresas, não veremos sistemas B2B no formato web2.0. Se por senso comum é inseguro manter as informações fora da empresa, [...]<p>Gostou do post <a href="http://matheuszeuch.com/erp-da-web20-e-o-fator-seguranca/">ERP da web2.0 e o fator segurança</a>?<br />Experimente os outros artigos de <strong><a href="http://matheuszeuch.com">Matheus Zeuch</a></strong>!</p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A web2.0 foi aceita pelas pessoas, só não foi aceita ainda pelas empresas. A segurança é o maior problema. Enquanto a nova web não mostrar que pode lidar de forma segura com as informações de empresas, não veremos sistemas <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/B2B" title="O que é B2B?" target="_blank">B2B</a> no formato web2.0.<span id="more-234"></span></p>
<p>Se por senso comum <strong>é inseguro manter as informações fora da empresa</strong>, imagine além disso mantê-las nas mãos de <a href="http://matheuszeuch.com/2007/10/modelo-de-negocios-de-uma-startup-web20/" title="Modelo de negócios de uma startup web2.0">pequenas startups</a>. A empresa não vai saber onde nem por quem estão sendo acessadas suas informações. Quando a startup for adquirida por outra empresa essas informações irão mudar de mãos. As APIs, que tanto facilitam o acesso, se tiverem qualquer falha, comprometem não somente todas as informações da empresa, mas de todas as empresas que utilizem a aplicação. E todas essas informações críticas das empresas em um só lugar vira alvo ataques hackers.</p>
<p><img src="http://matheuszeuch.com/uploads/2007/10/erp-web20.jpg" style="margin: 2px; float: right" />Vendo por este lado estamos muito longe de termos um ERP no formato da web2.0. <strong>Mas e se tivéssemos diversas aplicações web2.0 distintas, cada uma especialista em apenas um módulo de um sistema de gestão?</strong> E pudéssemos criar um grande <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mashup" title="O que é Mashup?" target="_blank">mashup</a> integrando todos esses módulos, formando assim o tão sonhado ERP da web2.0? Nossas chances aumentariam?</p>
<blockquote><p><strong>Por exemplo</strong></p>
<p>Uma aplicação web2.0 especializada em estoque. Uma empresa cria uma conta, cadastra seus produtos e informa as quantidades. Depois pode adicionar e remover itens do estoque através de APIs, celular, etc, como um <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Twitter" title="O que é Twitter?" target="_blank">Twitter</a> da vida. A conta criada não está vinculada à nenhuma empresa, ou seja, não tem como saber de quem são aqueles itens.</p>
<p>Agora outra aplicação, de vendas. A empresa cria uma conta lá também e passa a vender utilizando as ferramentas disponibilizadas pela aplicação. Pode utilizar as APIs pára automatizar as vendas também. Cada venda dispara um processo, que será a baixa do estoque lá na outra aplicação.</p></blockquote>
<p>Pensando assim, <strong>cada módulo estaria desvinculado da empresa, o que aumentaria a segurança ao pulverizar essas informações</strong>. Módulos redundantes seriam utilizados para o caso de uma das aplicações sair do ar. A aplicação que faz essa integração toda seria desenvolvida especificamente para a empresa, com sua própria identidade visual e padrões, e poderia ser expandida facilmente para criar outras aplicações de integração acessíveis por desktop, web, celular, etc.</p>
<p>Os módulos poderiam ser divididos da seguinte maneira, tendo serviços web2.0 especialistas em cada item:</p>
<ul>
<li><strong>Estoque</strong>: você cadastra seus produtos e pode controlar o estoque dediversas maneiras, através de requisições únicas, APIs, IM, etc&#8230; O serviço pode avisá-lo (através de API, email ou RSS) quando o estoque de um produto estiver no fim, e pode até disparar alguma ação automática.</li>
<li><strong>Vendas</strong>: uma pequena integração com a aplicação de estoques automatiza a baixa do estoque. Exportação de relatórios de vendas, telas para wap, celular, vendas por email, geração de boleto e integração com cartão de crédito agregam valor à aplicação.</li>
<li><strong>Financeiro</strong>: possibilidade de controlar diversas contas, avisos de pagamentos pendentes, integração com agenda, facilidade em inserir e quitar lançamentos, exportação de relatórios, etc.</li>
<li><strong>RH: </strong>cadastro de colaboradores, microblog, integração com suas contas em redes sociais (Orkut, Facebook, Twitter, Via6), envio de comunicados por email e rss.</li>
<li><strong>Clientes</strong>: cadastro de clientes, vendas realizadas (integra com módulo de vendas), microblog, tags, envio de malas diretas, etc.</li>
<li><strong>Administrativo</strong>: relatórios administrativos (mashups dos diversos módulos), configuração dos módulos, blog corporativo, etc.</li>
<li><strong>Compras</strong>: cadastro de fornecedores, ligação com produtos, inclusão no estoque, compras automáticas.</li>
<li><strong>Marketing</strong>: integração com ferramentas de marketing, blog de documentação das campanhas, compartilhamento de informações com a agência de marketing, brainstorming online e ferramentas para ajudar nas decisões das próximas campanhas da empresa.</li>
</ul>
<p>Pense nisso. O verdadeiro sistema distribuído. O verdadeiro sistema em forma de serviço (<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Software_as_a_Service" title="O que é SaaS? (em inglês)" target="_blank">SaaS</a>). E talvez o verdadeiro ERP da <a href="http://matheuszeuch.com/tag/web20/" title="Outros artigos sobre Web2.0 do Matheus">web2.0</a>. O que achas?</p>
<p>[BL]erp, web2.0, software de gestão[/BL]</p>
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		<title>Modelo de negócios de uma startup web2.0</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Oct 2007 15:13:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Matheus Zeuch</dc:creator>
				<category><![CDATA[Administração]]></category>
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		<description><![CDATA[Web2.0 é o modelo de negócios padrão da nova &#8220;.com&#8221;. A startup web2.0 é pequena, tem um estilo casual, é ágil, foca em um nicho específico e dá poder aos seus usuários. É o lugar de trabalho perfeito para os talentos do mercado. Este modelo já mostrou inúmeras vezes que funciona. No Brasil também temos [...]<p>Gostou do post <a href="http://matheuszeuch.com/modelo-de-negocios-de-uma-startup-web20/">Modelo de negócios de uma startup web2.0</a>?<br />Experimente os outros artigos de <strong><a href="http://matheuszeuch.com">Matheus Zeuch</a></strong>!</p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Web2.0 é o modelo de negócios padrão da nova &#8220;.com&#8221;. A startup web2.0 é pequena, tem um estilo casual, é ágil, foca em um nicho específico e dá poder aos seus usuários. É o lugar de trabalho perfeito para os talentos do mercado.<span id="more-232"></span></p>
<p>Este modelo já mostrou inúmeras vezes que funciona. No Brasil também temos <a href="http://idgnow.uol.com.br/10anos/2007/10/18/idgnoticia.2007-10-17.2768024959" target="_blank">casos de sucesso de startups web2.0</a>, onde se destacam <a href="http://boo-box.com/site/br/" target="_blank">boo-box</a>, <a href="http://www.via6.com/" target="_blank">Via6</a>, <a href="http://www.videolog.com.br/" target="_blank">Videolog</a> e <a href="http://www.camiseteria.com.br/" target="_blank">Camiseteria</a>.</p>
<p><strong>A startup web2.0 foca em um nicho específico</strong></p>
<p><a href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;franq=173708&amp;ProdId=1644179&amp;ST=SR" style="margin: 3px; float: right"><img src="http://matheuszeuch.com/images/livros/cauda-longa.jpg" /></a>Foco é fundamental, é fator crítico de sucesso. E focar no menor problema possível pode ser muito vantajoso. Ao focar em um nicho pequeno você pode ser o melhor do mundo com muito menos trabalho. Ferramentas de comunicação e relacionamento mais poderosas tornaram viável a atuação de uma empresa em um nicho pequeno (estude <a href="http://matheuszeuch.com/2007/01/resenha-de-a-cauda-longa/" target="_blank">A Cauda Longa</a>).</p>
<p><strong>A startup web2.0 dá poder aos seus usuários</strong></p>
<p><img src="http://matheuszeuch.com/uploads/2007/10/usuario-super-heroi.jpg" style="margin: 3px; float: right" />Essa é fácil. Com tanto know how em comunicação, redes sociais e de relacionamento, qualquer empresa pode disponibilizar meios do usuário classificar ou até mesmo gerar seu próprio conteúdo no site. Vai produzir conteúdo? Deixe que seus usuários os classifiquem. Vai disponibilizar uma nova ferramenta? Deixe que eles decidam a melhor maneira de usar e adapte-a, facilitando ainda mais.</p>
<p><strong>A startup web2.0 é ágil</strong></p>
<p>A idéia inicial de um projeto muitas vezes está redondamente enganada e muda completamente, como da água para o vinho. A pequena startup deve estar preparada para mudar o foco da empresa. O <a href="http://flickr.com/">Flick</a>, por exemplo, era para ser um jogo. Não é errado mudar de foco, mas é errado não ter foco.</p>
<p><a href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;franq=173708&amp;ProdId=239148&amp;ST=SR" title="Leia " target="_blank" style="margin: 3px; float: right"><img src="http://matheuszeuch.com/uploads/2007/10/on-the-road.jpg" /></a><strong>A startup web2.0 tem um estilo casual</strong></p>
<p>O estilo casual é talvez a característica mais intrigante que virou moda entre empresas web2.0. E isso é bom, pois os sites acabam sendo muito mais amigáveis, mais informais, menos burocráticos. A <a href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;franq=173708&amp;ProdId=239148&amp;ST=SR" title="Leia " target="_blank">cultura beat</a> dá mais liberdade para soltar a criatividade e deixar a pedras rolarem.</p>
<p><strong>A startup web2.0 é pequena</strong></p>
<p><img src="http://matheuszeuch.com/uploads/2007/10/home-office-150x150.jpg" style="margin: 3px; float: right" />Ser uma empresa pequena, e a melhor do mundo no que faz, facilita a aquisição por alguma grande organização. Basta conseguir se manter lider por algum tempo num nicho interessante. E para se manter nessa liderança é preciso de pouca grana muita criatividade. Pouca grana porque os custos para se manter uma startup são baixos, e muita criatividade pois é preciso inovar, seja atuando em um nicho desconhecido ou fazendo diferente e melhor num nicho já explorado.</p>
<p><strong>A startup web2.0 é o lugar perfeito para talentos</strong></p>
<p><img src="http://matheuszeuch.com/uploads/2007/10/googleoffice.jpg" style="margin: 4px; float: right" />Cafeína liberada, horários flexíveis, lugar alegre, sem muitas restrições, máquinas rápidas, desenvolvimento madrugadas adentro&#8230; Que desenvolvedor não gostaria de trabalhar num lugar assim? Enfim, salário não é tudo, qualidade de vida está sendo mais valorizada a cada dia. Se não fosse assim, o Google não seria a empresa mais desejada pelos programadores pagando um salário menor que a média.</p>
<p>[BL]foco, inovação, talento[/BL]</p>
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		<title>Zearch, o buscador de mp3</title>
		<link>http://matheuszeuch.com/zearch-o-buscador-de-mp3/</link>
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		<pubDate>Tue, 16 Oct 2007 12:29:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Matheus Zeuch</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inovação e Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[download]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[mp3]]></category>
		<category><![CDATA[web2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[O zearch é o meu mais novo &#8220;serviço de uma madrugada&#8221;. Ele utiliza a api do Seeqpod para buscar músicas na web e disponibiliza o link para download das mesmas. Muito fácil e prático de usar, e grátis. Quando conheci o Seeqpod, há cerca de uma semana, me tornei fã. O único problema era a [...]<p>Gostou do post <a href="http://matheuszeuch.com/zearch-o-buscador-de-mp3/">Zearch, o buscador de mp3</a>?<br />Experimente os outros artigos de <strong><a href="http://matheuszeuch.com">Matheus Zeuch</a></strong>!</p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://labs.webhorizon.com.br/zearch/" title="Página do Zearch" target="_blank">zearch</a> é o meu mais novo &#8220;serviço de uma madrugada&#8221;. Ele utiliza a api do <a href="http://www.seeqpod.com/" title="Página do Seeqpod" target="_blank">Seeqpod</a> para buscar músicas na web e disponibiliza o link para download das mesmas. Muito fácil e prático de usar, e grátis.<span id="more-225"></span></p>
<p>Quando conheci o Seeqpod, há cerca de uma semana, me tornei fã. O único problema era a falta de opção para fazer download das músicas. Então pesquisei e descobri que o Seeqpod disponibiliza uma api para utilização do serviço. Ótimo. Depois disso foi só ler a documentação e implementar o serviço.</p>
<p>O serviço então utiliza a api do Seeqpod, que é um excelente robô-buscador de músicas, que varre a internet atrás de arquivos mp3 (de música) soltos por aí. O zearch apenas utiliza este robô para disponibilizar <strong>uma versão com opção de download das músicas</strong>.</p>
<p>Por utilizar um serviço terceiro, fazendo um meio de campo, não é possível garantir total qualidade sobre os resultados. Muitas vezes a página pode estar indisponível ou o download inválido. Por isso conto com o seu entendimento.</p>
<p>Outra coisa, como o Seeqpod é gringo, os resultados são muito melhores em buscas por artistas estrangeiros. Aceito sugestões para fazer com que as buscas por artistas brasileiros sejam melhores.<a href="http://labs.webhorizon.com.br/zearch/" target="_blank" style="margin: 3px; float: right"><img src="http://matheuszeuch.com/uploads/2007/10/zearch.gif" /></a></p>
<p>Quem quiser conhecer o zearch pode acessar o endereço <a href="http://labs.webhorizon.com.br/zearch/" title="Página do Zearch" target="_blank"><strong>webhorizon.com.br/zearch</strong></a>.</p>
<p><strong>Para o pessoal técnico</strong></p>
<p>No desenvolvimento do serviço utilizei muito javascript e um pouco de php também. As buscas e a paginação são feitas por ajax. O script todo tem menos de 150 kb e testei em Firefox 2 e Internet Explorer 7.</p>
<p>Fico inteiramente à disposição para dúvidas, críticas e sugestões. E se gostar, me <a href="http://matheuszeuch.com/mande-um-postal/" title="Me manda um postal?">mande um postal</a> <img src='http://matheuszeuch.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>[BL]mp3 player, celular, ringtones, música[/BL]</p>
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		<title>Empreendedores buscam ajuda em seus blogs</title>
		<link>http://matheuszeuch.com/empreendedores-buscam-ajuda-e-seus-blogs/</link>
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		<pubDate>Thu, 27 Sep 2007 02:38:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Matheus Zeuch</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cases de Sucesso]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação e Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[blogosfera]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[tendências]]></category>
		<category><![CDATA[web2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[Blog corporativo deixa de ser tendência para virar commodity. Toda empresa que pensa em crescer e se atualizar deve ter o seu. O que é tendência agora é buscar ajuda no próprio blog, o que vem acontecendo com frequência cada vez maior. Essa semana vi o post do Henrique pedindo ajuda para a comunidade para [...]<p>Gostou do post <a href="http://matheuszeuch.com/empreendedores-buscam-ajuda-e-seus-blogs/">Empreendedores buscam ajuda em seus blogs</a>?<br />Experimente os outros artigos de <strong><a href="http://matheuszeuch.com">Matheus Zeuch</a></strong>!</p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Blog corporativo deixa de ser tendência para virar commodity. Toda empresa que pensa em crescer e se atualizar deve ter o seu. O que é tendência agora é buscar ajuda no próprio blog, o que vem acontecendo com frequência cada vez maior.<span id="more-211"></span></p>
<p>Essa semana vi o <a href="http://revolucao.etc.br/archives/quer-nos-ajudar-a-fazer-um-teste-com-dispositivos-moveis/" target="_blank">post do Henrique</a> pedindo ajuda para a comunidade para realizar alguns testes de acessibilidade; No mesmo dia o <a href="http://fatorw.com/2007/09/25/procura-se/" target="_blank">Walmar comunicou</a> a blogosfera que está à procura de desenvolvedores para trabalhar à distância; Lembro ainda que esses tempos o <a href="http://marcogomes.com/blog/2007/marco-gomes-procura-ninja-php/" target="_blank">Marco publicou um vídeo</a> de uma vaga para programador web; E o <a href="http://blog.fabioseixas.com.br/archives/2007/07/weshow_contratando_surfers.html">Fábio também já anunciou</a> vagas pelo blog. Isso apenas para listar alguns poucos exemplos.</p>
<p>Antigamente as empresas se limitavam a deixar um link &#8220;Trabalhe Conosco&#8221; em suas páginas. Talvez por não quererem dizer que estavam precisando de ajuda. Mas agora <strong>as empresas mais ligadas têm um relacionamento mais aberto com seus visitantes</strong>, e deixam, finalmente, o orgulho de lado para falarem com mais liberdade e clareza sobre como realmente está andando a empresa.</p>
<p>A verdade é que isso deve se tornar cada vez mais comum, uma vez que o trabalho à distância vem ganhando adeptos e os talentos profissionais estão cada vez mais difíceis de se encontrar, sendo necessário procurá-los na web também, em todas as comunidades que eles possam participar (e a blogosfera entra aqui também).</p>
<p>O quê? Você ainda tem um link &#8220;Trabalhe Conosco&#8221;? E ainda não tem blog? Em que ano você está?</p>
<p>[BL]blogs[/BL]</p>
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		<title>Quando os erros são no Google a coisa fica feia</title>
		<link>http://matheuszeuch.com/quando-os-erros-sao-no-google-a-coisa-fica-feia/</link>
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		<pubDate>Thu, 06 Sep 2007 01:08:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Matheus Zeuch</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inovação e Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[google]]></category>
		<category><![CDATA[segurança]]></category>
		<category><![CDATA[web2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[Não deixe documentos importantes nas mãos de uma só empresa. Muito menos se você não está pagando nada para ela ou se ela te deixa claro que o serviço está em fase Beta. Nem mesmo se essa empresa for o Google. Essa semana mesmo aconteceu, comigo, de um erro no Google Docs não me liberar [...]<p>Gostou do post <a href="http://matheuszeuch.com/quando-os-erros-sao-no-google-a-coisa-fica-feia/">Quando os erros são no Google a coisa fica feia</a>?<br />Experimente os outros artigos de <strong><a href="http://matheuszeuch.com">Matheus Zeuch</a></strong>!</p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Não deixe documentos importantes nas mãos de uma só empresa. Muito menos se você não está pagando nada para ela ou se ela te deixa claro que o serviço está em fase Beta. Nem mesmo se essa empresa for o Google.<span id="more-197"></span></p>
<p>Essa semana mesmo aconteceu, comigo, de um <strong>erro no Google Docs</strong> não me liberar acesso aos meus documentos. Nem documentos de texto nem planilhas. Nada. O desespero só não foi maior por eu conhecer o Google a ponto de ter a maior confiança de que logo iria voltar ao normal. Mesmo assim, precisava acessar uma planilha e não consegui. A imagem abaixo mostra a tela que estava aparecendo para mim (clique na imagem para ampliar).</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://matheuszeuch.com/uploads/2007/09/google-docs-error.jpg" title="Erro no Google Docs" rel="lightbox" class="imagelink"><img src="http://matheuszeuch.com/wp-content/uploads/2007/09/google-docs-error-mini.jpg" alt="Erro no Google Docs" /></a></p>
<p>Não é a primeira vez que o Google apresenta erros que indisponibilizam suas aplicações. O próprio <strong>Gmail ficou indisponível</strong> para mim um dia desses, me mostrando uma tela semelhante a abaixo (clique na imagem para ampliar).</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://matheuszeuch.com/uploads/2007/09/gmail-error.jpg" title="Erro no Gmail" rel="lightbox" class="imagelink"><img src="http://matheuszeuch.com/wp-content/uploads/2007/09/gmail-error-mini.jpg" alt="Erro no Gmail" /></a></p>
<p><em>E se o Google parar de vez? E se um pequeno erro, como os mostrados neste artigo, me impedirem de abrir um e-mail importante ou acessar um documento ou planilha na hora em que mais precisar dela? E se essa indisponibilidade for maior do que alguns minutos? E se o Google se atrapalhar e perder meus documentos ou e-mails? Deus me livre.</em></p>
<p>Claro que já tinha pensado nisso muito antes do incidente, mas é nos momentos de desepero que a gente têm as melhores idéias do que DEVERIA ser feito.</p>
<p>Para não tornar este post muito negativo, termino apresentando algumas <strong>idéias e oportunidades</strong> poderiam surgir para explorar este mercado:</p>
<ul>
<li> Algum empreendedor poderia <strong>criar um serviço de backup</strong> utilizando as APIs liberadas pela maioria aplicações Web2.0.</li>
<li> O Google poderia investir em <strong>aplicações redundantes</strong>, nem que os dados sejam sincronizados apenas de tempos em tempos. Assim, pelo menos ainda teríamos acesso aos dados mais antigos.</li>
<li> Os documentos e e-mails poderiam ser disponibilizados, de alguma forma inteligente e segura, em <strong>torrents ou redes peer-to-peer</strong> (P2P).</li>
</ul>
<p>[BL]livros, câmeras digitais, mp3, pendrives[/BL]</p>
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		<title>Projetos com prazos apertados</title>
		<link>http://matheuszeuch.com/projetos-com-prazos-apertados/</link>
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		<pubDate>Fri, 10 Aug 2007 17:03:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Matheus Zeuch</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inovação e Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[gerência]]></category>
		<category><![CDATA[metodologias]]></category>
		<category><![CDATA[projetos]]></category>
		<category><![CDATA[web2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando o cliente diz &#8220;preciso de um sitezinho simples pra ontem&#8221; o que você faz? Tenta argumentar sobre a importância de um bom planejamento? Ou deixa isso para um projeto maior e faz o site assim mesmo, na correria, para não perder o negócio? Quando o cliente solicita um prazo muito curto para entrega do [...]<p>Gostou do post <a href="http://matheuszeuch.com/projetos-com-prazos-apertados/">Projetos com prazos apertados</a>?<br />Experimente os outros artigos de <strong><a href="http://matheuszeuch.com">Matheus Zeuch</a></strong>!</p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando o cliente diz &#8220;<em>preciso de um sitezinho simples pra ontem</em>&#8221; o que você faz? Tenta argumentar sobre a importância de um bom planejamento? Ou deixa isso para um projeto maior e faz o site assim mesmo, na correria, para não perder o negócio?<span id="more-191"></span></p>
<p><img src="http://matheuszeuch.com/uploads/2007/08/timeismoney.jpg" alt="timeismoney.jpg" style="margin: 2px; float: right" />Quando o cliente solicita um prazo muito curto para entrega do seu projeto o freela, ou a empresa, deve argumentar das vantagens de <strong>fazer um planejamento adequado</strong>. Mas também é muito importante <strong>falar sobre as desvantagens de não fazer uso de um bom planejamento</strong>, bem como das desvantagens existentes nas metodologias utilizadas por empresas ou freelancers concorrentes, que aceitam esses prazos curtíssimos.</p>
<p>O que a empresa desenvolvedora não pode esquecer é que qualquer <strong>projeto não deve se estender demais</strong>, pois isso acaba desgastando as partes envolvidas.</p>
<p>O mais correto, então, seria <strong>adotar <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Desenvolvimento_ágil_de_software">metodologias ágeis</a> para atender seu cliente</strong>. Métodos ágeis têm tudo a ver com essa cultura do mundo moderno de querer resultados sempre de curto prazo. Assim a empresa consegue fazer um bom planejamento inicial sem impactar tanto no prazo de entrega do projeto.</p>
<p>A verdade é que, na prática, pequenas empresas, e principalmente freelancers, não podem se dar o luxo de deixar de pegar um projeto simplesmente por não poderem implantar uma metodologia adequada de gerência.</p>
<p>&#8211;</p>
<p>O <a href="http://fatorw.com/">fatorW</a> é um site no qual eu me identifico bastante. O Walmar aborda assuntos muito interessantes em relação à <strong><a href="http://fatorw.com/2007/08/10/prazos-maiores/">projetos para web</a></strong>. São várias as vezes que gosto de um artigo e, quando vou comentar sobre ele no próprio site, o comentário fica muito grande, sendo melhor postá-lo como um novo post no meu blog (fazendo o devido <a href="http://www.contraditorium.com/2006/05/01/entendendo-trackbacks-e-pingbacks/">trackback</a>, claro).</p>
<p>[BL]web sites, projetos, agências web, livros[/BL]</p>
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		<title>O modelo de negócios Freemium</title>
		<link>http://matheuszeuch.com/o-modelo-de-negocios-freemium/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Apr 2007 16:31:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Matheus Zeuch</dc:creator>
				<category><![CDATA[Administração]]></category>
		<category><![CDATA[Cases de Sucesso]]></category>
		<category><![CDATA[cauda longa]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[modelo de negócios]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
		<category><![CDATA[tendências]]></category>
		<category><![CDATA[web2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[O Fábio fez uma chamada sobre este modelo de negócios chamado Freemium. Ainda não conhecia o termo, mas quando fui pesquisar sobre o assunto vi que já conhecia o modelo há muito tempo. A descrição para resumir esta tendência é mais ou menos assim: &#8220;Disponibilize seu serviço de graça, podendo ter suporte ou não, e [...]<p>Gostou do post <a href="http://matheuszeuch.com/o-modelo-de-negocios-freemium/">O modelo de negócios Freemium</a>?<br />Experimente os outros artigos de <strong><a href="http://matheuszeuch.com">Matheus Zeuch</a></strong>!</p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://blog.fabioseixas.com.br/archives/2007/03/modelo_de_negocio_freemium.html" title="Modelo de negócio Freemium">Fábio fez uma chamada</a> sobre este modelo de negócios chamado Freemium. Ainda não conhecia o termo, mas quando fui pesquisar sobre o assunto vi que já conhecia o modelo há muito tempo. A descrição para resumir esta tendência é mais ou menos assim: &#8220;<em><strong>Disponibilize seu serviço de graça, podendo ter suporte ou não, e adquira o máximo de clientes através de propagando boca-a-boca, redes de referência, marketing de busca, etc, e então ofereça uma opção paga para seus clientes por um serviço adicional ou por uma versão diferenciada de seu serviço</strong>.</em>&#8220;<span id="more-151"></span></p>
<p>A frase acima é uma adaptação para o português da <a href="http://avc.blogs.com/a_vc/2006/03/my_favorite_bus.html" title="My Favorite Business Model">descrição original do modelo</a>, que segue abaixo:</p>
<blockquote><p>Give your service away for free, possibly ad supported but maybe not, acquire a lot of customers very efficiently through word of mouth, referral networks, organic search marketing, etc, then offer premium priced value added services or an enhanced version of your service to your customer base.</p></blockquote>
<p>Em outras palavras, é a prática de <strong>disponibilizar uma versão gratuita do seu produto ou serviço e posteriormente oferecer uma versão comercial</strong> com novos recursos ou serviços que agreguem valor. É parecido com o que conhecemos por softwares &#8220;shareware&#8221;, onde existe um versão gratuita de demonstração e outra completa, com suporte e paga.</p>
<p>Parece que os termos <strong>web2.0 e freemium se encontraram e estão tendo um bom relacionamento</strong>. Empresas web2.0 estão adotando este modelo há algum tempo. Veja alguns exemplos de empresas que estão utilizando (e com sucesso) o modelo Freemium na prática:</p>
<ul>
<li><strong>Flickr </strong>- para poucas fotos é de graça; para uso intensivo é pago;</li>
<li><strong>Skype </strong>- uso de voip básico (entre skypes) é gratuito; uso para telefones convencionais ou celular é pago;</li>
<li><strong>Box.net</strong> &#8211; 1gb de hd virtual gratuito; no plano pago tem mais espaço;</li>
<li><strong>Feedburner </strong>- alguns recursos apenas para o plano pago;</li>
<li><strong>ExtJS </strong>- framework javascript gratuito para uso pessoal e pago para uso comercial, com suporte;</li>
<li><strong>Google </strong>- serviços para empresas gratuito ou pago, para suporte e garantia de disponibilidade.</li>
</ul>
<p>O modelo Freemium certamente não é novo, apenas ganhou um nome para identificá-lo. Assim como aconteceu com outros termos, como &#8220;<a href="http://matheuszeuch.com/2007/01/resenha-de-a-cauda-longa/" title="Resenha de ">Cauda Longa</a>&#8221; e &#8220;<a href="http://busca.buscape.com.br/cprocura?lkout=1&amp;site_origem=1201233&amp;produto=web2.0">Web 2.0</a>&#8220;, por exemplo. Sempre vale a pena estudar à respeito e ficar atento às tendências nos modelos de negócio adotados por empresas que ganham destaque, principalmente nos negócios web.</p>
<p>[BL]serviços gratuitos, máquina fotográfica, voip, hd, disco rídigo[/BL]</p>
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